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Uso de equipamentos causadores de distração do trabalho 13/11/2013

Posted by magzen1 in Gestão Ambiental, Gestão da Manutenção, Gestão da Produção, Gestão de Pessoas, Gestão de Segurança e Saúde Ocupacional, Gestão de Segurança Empresarial, Gestão Estratégica.
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Amigos, o pensar em segurança no ambiente do trabalho é uma atividade que aprendemos ao longo do tempo. Isso significa que tal comportamento não é um instinto natural. 

Para nós, seres humanos, o que é natural é o instinto de preservação, ou seja, ao sermos atacados, o sistema corporal se prepara para a defesa e dependendo das circunstâncias para o contra ataque imediato. 

No ambiente empresarial, está em nossas mãos todo um conjunto de ações destinadas a evitar ocorrências indesejáveis, sejam elas no âmbito da qualidade, da preservação do meio ambiente e também da segurança do trabalho e da saúde ocupacional. 

Uma ocorrência indesejável, no caso do trabalho é caracterizada como um acidente do trabalho, podendo ser classificado como pessoal ou material. 

Como um acidente sempre é desencadeado por situações concorrentes ou ainda concomitantes, significa que ele acontece por vários motivos. A investigação da causa raiz é, então, sempre um grande desafio para os comitês de investigação da empresas.

Estatisticamente falando, 96% (noventa e seis por cento) dos acidentes, ocorrem por uma questão comportamental, ou seja, nós seres humanos poderíamos tê-los evitado simplesmente estando mais atentos a normas e procedimentos, que devem ser aplicadas desde o momento da concepção de um projeto até a entrega do produto ou serviço.

Para que possamos agir adequadamente com vistas a evitar acidentes, a melhor maneira é termos um Comportamento Preventivo, que significa identificarmos antecipadamente e controlarmos as variáveis da atividade no presente para que isso resulte em redução da probabilidade de consequências indesejáveis no futuro, para si e para o outro. Isso significa que tais ações estão em nossas mãos.

Isso é o princípio do cuidado ativo, que representa na sequência: cuidar de mim, cuidar do outro e permitir ser cuidado.

Acredito que tenham percebido que essa definição está embasada no AMOR ATIVO, que diz: Amar a si, ao próximo e permitir ser amado. 

Dentre os fatores que mais concorrem para a ocorrência de um acidente está a distração e a falta de cumprimento de procedimentos ou seja, falhas na disciplina operacional.

 

E o que é Disciplina Operacional?

 

É o ato de respeitar normas e procedimentos operacionais e administrativos. Isso significa que vários padrões são determinantes para evitar acidentes, sejam eles materiais ou com pessoas. A falha na disciplina operacional nos leva, portanto, a concretização de um ato fora ou abaixo do padrão.

 E o que é Ato abaixo do padrão?

 É a ação ou omissão (testemunhada ou não) que contrariando preceitos de segurança ou conduta esperada pode causar ou favorecer a ocorrência de acidentes.

 Exemplos:

– Deixar de usar EPI – Equipamento de proteção Individual, quando e onde necessários;

– Usar celular, smartphone, tablet, etc, em momentos específicos de trabalho;

– Dirigir veículo acima da velocidade permitida;

– Dirigir veículo falando ao celular sem utilizar viva voz;

– Desrespeitar a sinalização de segurança ou de isolamento;

– Obstruir equipamentos de  combate a incêndios, etc.  

– Atravessar a rua fora da faixa de pedestres,

– etc…

 As situações apresentadas acima demonstram claramente que consequências indesejáveis podem ser evitadas, pois dependem única e exclusivamente de nosso próprio comportamento.

Vimos desenvolvendo em nossas empresas várias ações no sentido de reduzir acidentes, tais como a implementação de sistemas de gestão de SSO e nele realiza-se Auditorias internas e externas, Inspeções de Segurança, Verificações Programadas de Segurança, Verificações de Ciclos de Tarefa, Diálogos de Segurança, SIPATMA – Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho e Meio Ambiente, etc.  

Várias campanhas foram desencadeadas, não apenas por parte das empresas e seus parceiros terceiros, mas também por parte do governo federal no sentido de agirmos de maneira adequada diante de fatos de nossa rotina e em nosso ambiente do trabalho.

Assim, convido a todos a envidarem ainda mais esforços no sentido de eliminarmos tais comportamentos indesejáveis de nosso ambiente de trabalho, estando mais atentos às normas e procedimentos e cumprindo-os de maneira a evitarmos ocorrências indesejáveis.

 Exemplos de vídeos disponibilizados na internet são inúmeros e alguns estão listados nos links abaixo:

 1. https://www.youtube.com/watch?v=M_m22ymaSaY

2. https://www.youtube.com/watch?v=0qICexkLIiE

3. https://www.youtube.com/watch?v=LS5s7Y6Rnck

4. https://www.youtube.com/watch?v=vJK2HOJNowQ

Um item que preciso mencionar é a questão do exemplo.

Crianças crescem olhando as costas dos pais e tudo aquilo que virem ou perceberem será um fator influenciador para que possam realizar boas ações.

No trabalho, os subordinados se desenvolvem utilizando como exemplo seus superiores hierárquicos. Isso significa, que se desenvolverão adequadamente e respeitarão normas e procedimentos se tiverem em seus superiores bons exemplos.

Um líder, jamais deve se comportar como um contra exemplo. Ele necessita deixar claro seu posicionamento diante das diversas situações, mostrando a seus subordinados que é um profissional comprometido com a causa e no íntimo do seu ser é principalmente um convertido. Ou seja, estará sempre presente apoiando seus colaboradores.

 Cenas incentivadoras estão presentes no link abaixo:

 https://www.youtube.com/watch?v=vnGrjinOwuk

 Mudar é sempre uma questão de foro íntimo, está em nossas mãos fazermos o melhor. Nosso comportamento é o resultado de nossas atitudes mentais, daquilo que queremos ou acreditamos ser possível realizar.

Tudo, portanto, é uma questão de CVCP – Consciência, Vontade, Compromisso  e Persistência.

A série de vídeos do NAPO podem ajudar bastante no desenvolvimento de nossos profissionais. Recomendo utilizá-los.

Segue um exemplo no link: https://www.youtube.com/watch?v=ujwRicqL0d0

Após essas informações convido a todos a buscarem alternativas de dar o seu melhor  evitando exposição a situações indesejáveis de riscos, que poderão resultar em acidentes pessoais e materiais.

Milton A G Zen

Eng. Segurança do Trabalho

magzen@uol.com.br

Acidentes de Trabalho Custam Tempo e Dinheiro – PREVENÇÃO é a SOLUÇÃO 27/07/2013

Posted by magzen1 in Gestão de Pessoas, Gestão de Segurança e Saúde Ocupacional, Gestão Estratégica.
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A equipe de profissionais de segurança e medicina do trabalho das empresas brasileiras é reconhecida como uma referência, mas contar que por esse motivo ficam por si só reduzidas ou eliminadas as possibilidades de ocorrerem acidentes graves ou de elevado potencial de gravidade é contar com a sorte.

Como exemplo, os grandes projetos da área aeronáutica são falíveis apesar de todo desenvolvimento. Além deles, temos visto na mídia várias empresas onde ocorreram acidentes graves, sejam materiais ou com pessoas e que por vezes possuem Sistema de Gestão de Segurança e Saúde Ocupacional, e se falham, separadamente cada um de nós, também estamos expostos.

Apesar dos esforços empreendidos ao longo dos últimos anos, com a publicação de novas normas regulamentadoras e atualização das anteriores, temos visto constantemente informações nos diversos meios de comunicação de ocorrências acidentárias que resultaram em situações desagradáveis, boa parte causada basicamente por questões comportamentais, seja por falha no cumprimento de uma orientação, procedimento ou até mesmo na operação.

Estamos no segundo semestre de 2013 e os acidentes continuam a frequentar as páginas jornalísticas. Necessitamos portanto tomar uma atitude mais efetiva e melhorarmos nosso comportamento diante das questões de segurança, demonstrando melhor e maior disciplina em relação a esse quesito.

Precisamos trabalhar fortemente nosso compromisso com nossa própria segurança praticando adequadamente todas as normas, procedimentos e ordens de Segurança e Saúde Ocupacional, bem como os preceitos constantes do Sistema de Gestão Integrada praticado por muitas das empresas brasileiras.

É prioritário passar a ver a questão da segurança e saúde como Valor e portanto de grande importância, de maneira a proporcionar resultados mais efetivos na questão acidentária. A manutenção do estado de atenção deve ser constante, ou seja, da sociedade, dos organismos públicos, das empresas, dos gestores e colaboradores, quanto no tocante a manutenção adequada da infraestrutura física necessária, especialmente equipamentos. Idem para novos projetos sem esquecer do papel primordial que é exercido pelas equipes de manutenção de nosso Brasil nos diversos estados.

É indispensável o constante treinamento de todos os colaboradores, fator esse de extrema necessidade a ser aplicado em complemento às diversas ações de segurança previstas, estejam ou não em andamento, em qualquer âmbito, seja público ou privado, além daquelas que vierem a ser propostas e acolhidas.

Um exemplo de boa prática são os famosos diálogos de segurança, pois representam um verdadeiro exemplo no cotidiano empresarial. Outro exemplo de boa prática é a realização por profissionais de gestão da Verificação Programada/Planejada de Segurança, ou ainda a Verificação do Cicio de Trabalho.

Ressalto, que dentro das diversas palestras e cursos que tenho ministrado ao longo dos últimos anos, tenho recebido diversas e gratas sugestões e opiniões dos diversos profissionais que tive a grata satisfação de conviver através de uma participação ativas em tais cursos, seminários ou congressos.

Contudo, nada obstante toda a movimentação desencadeada nos últimos anos no tocante a questão da segurança do trabalho e prevenção de riscos industriais, entendo que a participação efetiva e constante de todos os colaboradores no processo é indispensável, especialmente quanto ao nosso comportamento seguro no cotidiano diante dos perigos e riscos.

Reafirmo que, Segurança, Saúde e Prevenção de Riscos, deve ser considerado um valor em nosso pais e não mais uma prioridade. Afinal, se desejamos a participação de todos nesse objetivo, o queremos no sentido de alcançarmos melhores resultados que provocarão menores perdas financeiras e de vidas humanas.

Você sabe quanto custa um acidente fatal?

Pelo lado empresarial pode ser quantificado. E pelo lado da família? Inexiste dinheiro que pague a falta de um ente querido.

Muitos dizem que a ocorrência do acidente é aleatória e fortuita. Na realidade somos nós que tomamos essa decisão por ela, facilitando inconscientemente como podemos sofrer um acidente. O que quero dizer é que acredito e afirmo que um acidente pode e deve ser evitado.

O PERIGO está à espreita e o Risco vive de oportunidade!!!!

Ações, mesmo as mais simples que podemos tomar, muitas vezes deixam de ter a atenção devida.

Para termos maior garantia de segurança e saúde ocupacional em nosso trabalho, relembramos a todos que são muitas as ferramentas disponíveis em um sistema de gestão integrada que podem colaborar para reduzirmos os perigos e riscos em nossas plantas e áreas de trabalho. Além disso, são vários os livros, artigos e informações disponíveis nos diversos portais na internet sobre o assunto, sem considerar aqueles oficiais.

Um comportamento seguro e assertivo aliado a um bom sistema de gestão resultam com certeza em boas práticas. O papel do gestor é primordial, pois ele é o exemplo para seus colaboradores. Cabe lembrar que não adianta termos uma legislação avançada, e até sistemas premiados e reconhecidamente de excelência, se não temos a disciplina de praticá-los constante e adequadamente.

Para comprovar tal afirmação, temos ainda ocorrências de acidentes graves ou de elevado potencial de gravidade que acabam causando dor e muitas perdas nesse imenso Brasil.

Necessitamos portanto, imediatamente, melhorar nosso comprometimento em termos um melhor comportamento além de ampliarmos nossa atenção e percepção de risco.

Além dos documentos de sistema e operacionais que muitas empresas disponibilizam a seus colaboradores, que estão em permanente processo de aprimoramento e que servem de embasamento para o trabalho, com certeza podemos melhorar nosso comportamento com vistas a termos um ambiente mais seguro.

A atenção a tais procedimentos é indispensável, além disso uma sempre e imediata comunicação ao superior hierárquico e se necessário aos profissionais e facilitadores de SSO de qualquer situação que possa parecer estranha ou coloque em risco você ou seu colega de trabalho é importante.

Ressalto que as equipes de Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT) de nossas empresas estão sempre prontas para servir, devendo mobilizar-se imediatamente quando solicitadas.

A grande vantagem de darmos a atenção devida aos quesitos de segurança e medicina do trabalho é a garantia de chegarmos ao trabalho íntegros e retornarmos à nossas casas e família do mesmo jeito.

Lembramos que a exemplo do quesito segurança, qualidade e respeito ao meio ambiente tem a mesma base, ou seja, o comportamento humano.

É bom recordar que inexiste time campeão sem foco e disciplina. Assim, como sempre, com a participação efetiva de todos, resultados apropriados serão alcançados.

Eng. Milton Augusto Galvão Zen
milton.zen@gmail.com

Ética, Comportamento e Acidentes 11/04/2010

Posted by magzen1 in Gestão Ambiental, Gestão de Pessoas, Gestão de Segurança e Saúde Ocupacional.
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Atuar dentro dos princípios éticos significa respeitar os direitos do próximo além de reconhecer suas obrigações. Entendo que atuar dentro de tais princípios é agir da mesma maneira com o que diz respeito ao meio ambiente, flora e fauna.  

Estamos vivendo um período amargo na história recente do nosso Brasil. Princípios e valores básicos de humanidade estão sendo jogados na lata do lixo, pois praticamente tudo que temos visto na mídia demonstra claramente tal falta de valores. 

Viver dentro da ética é agir constantemente respeitando a tudo e a todos. A começar pela família, pelos pais, parentes, pelos amigos, por aqueles que pouco convivemos e  principalmente pelos desconhecidos. É primordial sabermos usar adequadamente o senso de justiça e da reciprocidade.

 Apesar de ser engenheiro e não filósofo, sugiro fazermos uma reflexão sobre o seguinte: se aceitamos que regras básicas de convívio social sejam quebradas, entendo que servem de base para aqueles mais exacerbados, de sugestão para elevar o grau de desrespeito. Vejamos alguns exemplos: na escola, o aluno desrespeita o professor e em algumas vezes até o agride, na rua os motoristas burlam a legislação de trânsito, estacionando em lugares proibidos, ultrapassando em locais perigosos, e até mesmo desrespeitando o horário permitido para utilização do seu veículo. 

A ética no meu entender deve ser um exercício diário, ou seja, deve ser aplicada cotidianamente, pois somente dessa maneira acabará se incorporando à sociedade e se transformará em cultura.  Uma frase de Aristóteles diz: “Nós nos transformamos naquilo que praticamos com freqüência. A perfeição, portanto, não é um ato isolado, é um hábito”. Pois bem, se desejamos uma sociedade justa e honesta, precisamos praticar tais princípios. 

Filosofando mais um pouco, tenho certeza que uma sociedade pode ser também conhecida em seus valores pela maneira como trata o meio ambiente e os animais. “Me digam como tratam os animais e o meio ambiente, que lhes direi o nível cultural da nação”. Nesse aspecto, temos também muitas oportunidades de melhoria. Ouvimos constantemente sobre empresas que pregam respeito ao meio ambiente, entretanto devastam hectares de florestas nativas em nome do desenvolvimento e de sua ganância financeira. 

Tenho visto muitas empresas publicarem códigos de ética com a finalidade de resgatar princípios que longe ficaram. É certo que muitos estão buscando valores esquecidos, porém nem todos procuram ter um comportamento ético adequado. 

O comportamento humano tem hoje uma grande cesta de oportunidades de melhoria. A partir do momento que temos dificuldade para até falarmos bom dia para nós mesmos, imagine expressar isso para aqueles que conosco trabalham. 

O comportamento positivo é percebido; como já escrevi em artigo anterior; quando nos deparamos com pessoas que são ao menos comprometidas e agem dentro de princípios e valores de respeito a tudo e a todos. Os que seguem fortemente e têm fé em tais valores, eu os classifico como convertidos. 

É necessário, portanto, incentivar a todos a respeitarem as leis básicas, pois acredito que passarão a respeitar mais a si próprios, e com o tempo, o próximo e também à cidadania. Nas empresas, há uma situação que está bastante ligada a esses princípios e normalmente é tratada apenas como desleixo do ser humano, o acidente do trabalho.

 Eu pessoalmente acredito que seja também, por parte dos colaboradores, uma demonstração clara de desrespeito aos princípios básicos, que no ambiente do trabalho nos remete ao cumprimento de normas e procedimentos empresariais. Os empregados percebem claramente que os valores que a gestão tanto prega, muitas vezes são desrespeitados por ela. Gestores ao trabalharem dando um jeitinho, passam aos seus colaboradores a idéia de que se os chefes podem, eles também. É a estória de que os empregados se desenvolvem olhando as costas dos superiores hierárquicos. Nesse caso, o exemplo dado pelos superiores é prejudicial ao ambiente de trabalho.

 Se um colaborador no ambiente produtivo percebe que sua chefia apenas fala da boca para fora, ele também desvalorizará aquilo que o chefe desvaloriza. Entretanto, muitas vezes, ao burlar ou trabalhar dando um jeitinho acaba se expondo a riscos desnecessários sofrendo acidentes que causam sérias lesões, afastamentos do trabalho, e até mesmo a sua morte e a de colegas.

 Portanto, cabe uma pergunta para realizarmos uma reflexão mais profunda. Será que uma empresa que tem um número elevado de acidentes tem também uma grande probabilidade de que seus princípios e valores sejam pouco praticados ou desrespeitados?

 Milton A G Zen

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Eficiência – Eficácia / Competente – Competitivo 15/11/2009

Posted by magzen1 in Gestão de Pessoas, Gestão de Segurança e Saúde Ocupacional.
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Oh! Senhor que me abençoes, e alargues as minhas fronteiras, que seja comigo a tua mão, e me preserves de todo mal de modo que não me sobrevenha nenhuma aflição, em nome de Jesus. (I Crônicas, Cap.IV, versículo X). 

A frase acima, dita por Jabes nos proporciona uma grande oportunidade de reflexão sobre nosso trabalho e porque não sobre nossa vida. É importante não apenas pedirmos a DEUS que alargue nossas fronteiras, precisamos também estar preparados para isso. 

Para que isso se torne possível tenho certeza de que a gestão adequada dos princípios e valores de segurança e saúde no ambiente do trabalho forçosamente  nos leva a que alguns conceitos precisam ser recordados e também praticados, visto sua importância para a obtenção de resultados. 

Eficiência de acordo com a ISSO 9000 é: relação entre o resultado alcançado e os recursos usados. Isso quer dizer que seremos mais eficientes desde que utilizemos menos recursos dos que inicialmente previstos, ou seremos ineficientes caso nos utilizemos recursos além dos planejados, incorretos, ou até mesmo antiéticos. 

Eficácia representa que as atividades planejadas são realizadas e os resultados planejados alcançados, assim, seremos mais eficazes se alcançarmos resultados melhores do que os inicialmente planejados. 

Para sermos eficientes e eficazes precisamos agregar outros dois conceitos: competência e competitividade. 

Ser competente significa possuir um conjunto de conhecimentos ou habilidades para a realização de um objetivo determinado. Assim, seremos mais competentes quanto mais conhecimento ou habilidade possuirmos. Para um grau elevado de competência atribuímos o nome de perícia. 

Já ser competitivo, nos remete à competição, à concorrência. Significa estar pronto para a competição e capacitado para ganhar. É importante acrescentar que ser competitivo presume-se a retidão, a ética e o trabalho honesto. 

Em um mercado globalizado, é necessário desenvolvermos fortemente esses conceitos, visto que muitas são as empresas e também profissionais que querem na maioria das vezes o mesmo mercado. Daí nasce a competição, que será vencida pelo melhor e mais rápido. 

A empresa ou profissional que souber utilizar adequadamente os conceitos acima, com certeza alcançará o resultado esperado e ocupará o espaço tão almejado. 

Quanto a você leitor, como está se preparando para um mercado globalizado, que exige cada vez mais que as empresas respeitem o ser humano determinando também que o ambiente de trabalho seja provido de toda a segurança possível?

Abraços 

Milton Zen

O que faz uma nação prosperar? E uma empresa? 05/07/2009

Posted by magzen1 in Gestão de Pessoas, Gestão Estratégica.
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Inovação é uma das ferramentas mais apropriadas para provocar o desenvolvimento de uma nação. O dinamismo de sua população evita a manutenção do status quo, provocando uma constante quebra de paradigmas que resultam em contínua mutação e melhoria. 

Mas o que faz uma população inovadora? Acredito que uma das respostas é ser questionadora. Questionar a mesmice no sentido de melhorar é uma obrigação de todos. Entretanto, são poucos os que questionam, pois a maioria entende que do jeito que estão as coisas, podem assim continuar. Mesmo a democracia tem seu tempo para evoluir. A chave para o seu crescimento é o desenvolvimento cultural e educacional do povo. Entretanto, diante do tamanho da população, muito há ainda por fazer. É devido a isso que o trabalho voluntário tem muito a contribuir, pois atua onde o estado está ausente ou distante. 

Afora questionar, uma população necessita ter disciplina para realizar aquilo que é necessário fazer. Muitas vezes desejamos realizar o que sonhamos, mas um sonho que não se torna realidade é inútil. Para que se torne real precisamos ter disciplina em buscar realizá-lo. Disciplina vem acompanhada de vontade e do acreditar ser possível realizar. 

Se fizermos uma comparação com o ambiente empresarial, precisamos dos mesmos ingredientes. 

Nesse ambiente um ingrediente primordial é a disciplina. Sabem por quê? 

Um produto é idealizado, depois planejada sua construção, os meios de execução são detalhados e o processo finalmente é colocado em prática. A qualidade do produto é controlada nas várias etapas da produção, e todo o processo depende da boa disciplina do ser humano. Afinal, avaliar constantemente acabou se tornando uma necessidade. 

Vivemos um processo constante de avaliação. As empresas possuem agora sistemas cada vez mais evoluídos de gestão e a peça mais importante deles continua sendo justamente o ser humano. Essa peça é a única que participa de tudo. É ele que precisa estar atento em tudo o que faz. Uma empresa alcança melhores resultados quanto mais disciplinados são seus profissionais. 

Apesar da importância da disciplina no ambiente empresarial, é muito difícil alcançá-la e em função desta dificuldade as empresas sofrem grandes perdas como conseqüência. 

Existe, porém uma entidade que possui disciplina suficiente para superar muitos obstáculos. São as forças armadas. Imagine se em uma situação de guerra, uma ordem fosse questionada a todo instante e se muitos desejassem quebrar paradigmas, ou se quisessem realizar uma assembléia para tomar as decisões. Imaginem se decisões estratégicas fossem questionadas após muitas horas de estudos, como se faz em muitas empresas. Perderíamos não só a batalha, mas também a guerra. 

A ausência de compromisso por parte dos profissionais nas empresas acaba por ocorrer, porque durante o processo muitas vezes falta participação daqueles que farão a execução das decisões estratégicas. Além da falta de disciplina, esse é um dos principais motivos de as empresas fecharem as portas… Mas o que desejo questionar é o porque temos dificuldade em sermos disciplinados. 

Acredito que podemos deduzir que as seguintes situações ocorrem: faltam procedimentos a serem cumpridos, falta conhecimento sobre o que já está determinado, faltam exemplos a serem seguidos, faltam ainda comprometimento e vontade para executar o já explicitado e por último, muitos dizem que falta é vergonha na cara para fazer o que é correto. 

Peter Drucker dizia que: “A cultura de uma Nação tem muito pouco a ver com a maneira de organizar uma companhia. Ela é normalmente uma desculpa para não fazer as coisas certas”. 

Sendo assim, deixo aqui uma pergunta aos meus leitores.

Por que nos faltam comprometimento e disciplina para fazermos aquilo que sabemos que tem que ser feito?

Milton A G Zen

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Manutenção Preditiva 01/07/2009

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Realizar uma ação preventiva normalmente é difícil de ser aceita. Primeiro por que acreditamos que em time que está ganhando não precisa de melhoria, em segundo é desnecessário gastar dinheiro e por último, queremos manter o desconhecido bem distante de nossos olhos. 

Temos medo do desconhecido, e se o tornarmos claro, deveremos assumir uma posição que demandará de nossa parte uma ação. O mesmo vale para a manutenção de nossa saúde. Enquanto jovens acreditamos que somos infalíveis e com o passar dos anos, se não aceitarmos que nosso corpo precisa de maiores cuidados, poderemos perecer precocemente. 

Nas empresas vale a mesma regra. Existe um sem número de técnicas de ações preditivas. Boa parte delas são oriundas das técnicas médicas. A análise de um lubrificante é semelhante ao do nosso sangue. Procuramos nele resíduos diversos, que possam nos indicar o que está ocorrendo no interior da máquina. É a ferrografia. Através dela podemos detectar muitos desgastes em andamento. 

A análise de vibração nos permite analisar o alinhamento e o correto acoplamentos das partes. A ultra-sonografia nos possibilita identificar a regularidade da superfície, a existência ou não de trincas ou ainda variações da composição de um material. 

A endoscopia, a exemplo de nosso corpo, nos mostra o que ocorre no interior das máquinas. Para que essa técnica possa ser melhor utilizada, as máquinas precisam ser construídas de maneira apropriada. No futuro usaremos pequenas câmaras fotográficas que serão injetadas na circulação de um sistema de lubrificação e veremos claramente as falhas existentes. 

Com a termografia detectamos trincas em fornos, falhas de acoplamento, atritos diversos em redutores, além daqueles ligados aos aspectos elétricos normalmente já utilizados. E se aliarmos o sensoriamento remoto, teremos a possibilidade de acompanhar a operação e a vida de um equipamento sentados em uma mesa nos escritórios de manutenção.

Se temos tantas vantagens com a utilização de tais técnicas, devemos ampliar esse conhecimento e divulgar o seu aproveitamento de maneira a alcançar ainda melhores resultados empresariais. Basta querermos!

 Milton Zen

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